O Eixo da extrema direita: quais os riscos da ascensão dos nacionalismos

Ellen Zuliani – Estudante de Relações Internacionais da ESPM e Analista do RAIA

Julia Emerich Lopes de Souza – Estudante de Relações Internacionais da ESPM e Analista do RAIA

Mariana Bortuluzi – Estudante de Relações Internacionais da ESPM e Analista do RAIA

Mariana Oreng – Professora do Curso de Relações Internacionais da ESPM e Coordenador do RAIA

Raphael Almeida Videira – Professor do Curso de Relações Internacionais da ESPM e Coordenador do RAIA

Manifestações de violência em diversos países da Europa, nos Estados Unidos e no Brasil. Questionamentos quando a legitimidade da democracia e atentados contra Estados democráticos de direito. Políticas anti-imigração e o ódio às minorias. A ascensão de partidos de extrema direita, apoiados por jovens. Esse cenário se assemelha àquele visto entre os anos de 1919 e 1939, que antecederam um dos conflitos mundiais mais destrutivos. Sobre esse período, Edward H. Carr descreve em seu livro Vinte Anos de Crise (1939)[1] o seguinte cenário:

“A França escolheu o momento de sua maior supremacia no século dezenove para lançar um plano da “União Européia” e o Japão, logo após, desenvolveu a ambição de se proclamar o líder de uma Ásia unificada. Foi um produto da crescente predominância internacional dos Estados Unidos a popularidade ampla, no fim da década de trinta, do livro de um jornalista americano, que advogava uma união mundial de democracias, na qual os Estados Unidos desempenhariam o papel predominante.” (Carr, 1939, 112)[2].

É visível a crise a qual o sistema internacional enfrentava, no entanto, as descrições anteriores não dizem respeito ao século XX, mas sim às primeiras décadas do século XXI. Mais uma vez, e somente 80 anos após o fim da Segunda Guerra Mundial, vemos se repetir a ascensão da extrema direita por meio dos nacionalismos. O presente texto, e os outros dois que constituem essa série de artigos, tem como objetivo compreender como a extrema direita vem se estruturando nos três países que antes compunham o Eixo (Alemanha, Itália e Japão) e analisar os riscos que esse fenômeno representa.

I. A Alemanha e a Alternativa para a Alemanha

Para Amâncio Jorge Oliveira, professor do Instituto de Relações Internacionais da USP, a ascensão da extrema direita hoje é consequência da crise democrática e uma resposta da população aos efeitos da globalização, que são notados como o não atendimento de políticas públicas que geram a sensação de bem-estar. Por conseguinte, movimentos anti-imigração, anti-integração e anti-globalização se tornam comuns nas pautas da direita (Oliveira, 2025)[3].

A saída do Reino Unido da União Europeia (Brexit) em 2020 foi um dos primeiros alertas quanto a crise das sociais-democracias, enfatizado em fevereiro de 2025, quando as eleições alemãs apontaram a derrota histórica do Partido Social-Democrata (SPD) para a União Democrática Cristã (CDU) (Redação G1, 2025)[4]. O segundo ponto de atenção, que não passou despercebido pelos analistas, foi o salto que a Alternativa para a Alemanha (AfD), representante da extrema direita, de 76 cadeiras no parlamento, para 152, sendo o segundo partido mais votado. Segundo a Redação do G1, “esta foi também uma ascensão recorde para um partido radical de direita desde a Segunda Guerra Mundial”.

Em resposta aos resultados das eleições, o Departamento Federal de Proteção da Constituição do país, o Verfassungsschutz, classificou o partido como organização extremista, afirmando que “a visão em relação à sociedade baseada na etnia e na ancestralidade que prevalece dentro do partido é incompatível com a ordem democrática livre” (Kirby, BBC, 2025)[5]. O partido criticou a decisão e, em vista do sucesso nas urnas, chegou a defender o fim da política de isolamento dos partidos de extrema direita, conhecido como brandmauer ou parede de fogo, na tradução literal (Kirby, BBC, 2025)[6].

Ademais, a Alternativa para a Alemanha tem atraído uma grande parcela da população jovem alemã, principalmente homens (Parker, Volk, 2025)[7]. Isso se deve muito a falta de identificação dos jovens com os partidos tradicionais e da ansiedade por uma solução imediata (Fontoura, 2025, 20)[8]. Além disso, o apelo que a Alternativa para a Alemanha faz em redes sociais como o TikTok, gera nesses jovens a sensação de familiaridade e cria uma falsa esperança de que somente um grupo radical de extrema direita pode acabar com o período de crise (Parker, Volk, 2025)[9].

Esse cenário representa diversos riscos à integração europeia, uma vez que os ideais nacionalistas tendem a se opor à ideia de ganhos mútuos e absolutos e associar as crises econômicas à globalização e ao livre-comércio. Assim, considerando a importância da Alemanha para sustentar o valor do Euro e a tendência de crescimento nos investimentos militares em vista da guerra da Ucrânia e da Rússia, a ascensão da extrema direita se torna ainda mais alarmante, colocando em risco tanto os princípios da União Europeia quanto a estabilidade do Euro.

II. O novo fascismo italiano

A ascensão de Giorgia Meloni reacendeu debates sobre a reconfiguração do autoritarismo na Europa. O chamado “novo fascismo italiano” não replica o regime de Mussolini, mas reativa símbolos, práticas e estruturas ligadas ao pós-fascismo. Pesquisas apontam que o Fratelli d’Italia integra essa linhagem. Como afirmam Ortiz Cabrero e Sierp (2025), o partido utiliza “ferramentas mnemônicas” que banalizam o fascismo e corroem o discurso público, revelando a combinação entre institucionalidade democrática e ideologia nacionalista rígida.

A imprensa internacional destaca essa mudança brusca. Para a Reuters (2022), o governo Meloni é “o mais à direita desde a Segunda Guerra Mundial”. Embora ela negue vínculos com o fascismo (Al Jazeera, 2022), suas políticas indicam erosão de liberdades civis. O decreto de segurança de 2025, segundo a Reuters, criminaliza novos tipos de protesto, endurece punições e amplia a proteção a agentes policiais. A Human Rights Watch alerta que essas medidas ameaçam direitos fundamentais e restringem o espaço de contestação.

No plano simbólico, Meloni mobiliza discursos de unidade nacional, defesa da “civilização italiana” e valores tradicionais, retomando elementos centrais da retórica fascista, ainda que adaptados ao vocabulário democrático (Graziano e Maresca, 2025). Assim, o “novo fascismo” opera por meio da normalização de discursos excludentes e da legitimação da intolerância identitária.

O impacto ultrapassa a Itália. A Reuters (2025) observa que Meloni se tornou referência para a extrema direita europeia, articulando-se com partidos nacionalistas e fortalecendo uma agenda continental anti-imigração. The Economist (2025) afirma que seu governo combina estabilidade institucional com um programa culturalmente iliberal.

Embora não represente um retorno ao fascismo histórico, esse processo de autoritarismo gradual, marcado pela erosão de direitos, centralização policial e reabilitação simbólica de elementos autoritários, configura o que a literatura denomina “novo fascismo”: um autoritarismo adaptado às instituições democráticas e legitimado de forma gradual e legalista.

III. O ultranacionalismo japonês

A política japonesa passou por transformações significativas em 2025, em que a eleição para a Câmara Alta do Parlamento, realizada em 20 de julho de 2025, resultou na perda da maioria da tradicional coalizão entre o Partido Liberal-Democrata (PLD) e o Komeito, encerrando um longo período de estabilidade parlamentar. O avanço de partidos de viés nacionalista e de direita populista, revelou um realinhamento do eleitorado japonês e trouxe à tona tensões sociais relacionadas à economia, à imigração e à identidade nacional. Esse cenário tornou visível o deslocamento gradual do espectro político japonês para posições mais conservadoras, em sintonia com tendências observadas em outros países desenvolvidos (REUTERS, 2025)[10]

A tensão provocada por essa perda dentro do Alto Parlamento japonês desencadeou crises internas no Partido Liberal Democrata (PLD). O ex-primeiro-ministro Shigeru Ishiba enfrentou intensa pressão popular e partidária para renunciar após a mais recente derrota eleitoral. Inicialmente, ele rejeitou os pedidos de afastamento, com a justificativa de que precisava concluir os detalhes do acordo comercial entre Japão e Estados Unidos — negociação motivada pelas novas imposições tarifárias adotadas pelos EUA. Com o encerramento das negociações, Ishiba anunciou sua renúncia em 07 de setembro de 2025, em uma coletiva de imprensa, em que ele declarou “Agora que as negociações relativas às medidas tarifárias dos EUA atingiram um ponto de virada, pensei que este era o momento apropriado para me afastar e abrir caminho para o próximo (primeiro-ministro)” (CNN Brasil, 2025)[11].

Com a renúncia de Shigeru Ishiba, a política japonesa atravessou dois meses de intensa tensão institucional, marcados por incertezas quanto à condução das novas eleições. Foi nesse contexto de fragilidade institucional que, em 21 de outubro de 2025, o Parlamento japonês elegeu Sanae Takaichi como primeira-ministra, tornando-a a primeira mulher a ocupar o cargo na história do país. Líder do PLD, Takaichi tem em sua agenda a meta de reverter a desaceleração econômica no Japão. Apesar de ser a primeira mulher a chefiar o governo japonês, Takaichi não coloca entre suas prioridades temas como igualdade de gênero ou diversidade. Sua postura política, mais conservadora e centralizadora, reflete seu desejo declarado de tornar-se a “Dama de Ferro japonesa”, em referência à sua inspiração, a ex-premiê britânica Margaret Thatcher (G1, 2025)[12].

A ascensão de Takaichi se articula diretamente com o avanço de discursos e agendas associados à extrema direita. Em seus discursos ela inclui o fortalecimento das capacidades militares do Japão, maior firmeza diplomática frente à China e Coreia do Sul, defesa da revisão da Constituição pacifista de 1947 e políticas migratórias mais restritivas. Internamente, o discurso de reafirmação dos “valores tradicionais” vem acompanhado de críticas a pautas progressistas de gênero e diversidade.  Esses elementos sugerem a consolidação de um ambiente político menos pluralista, no qual discursos identitários nacionalistas ganham força em meio ao descontentamento socioeconômico (Kyodo News, 2025)[13] (REUTERS, 2025)[14].

O avanço da direita nacionalista no Japão não se expressa apenas na ascensão de Sanae Takaichi, mas também no crescimento do Sanseito, partido fundado em 2020 e que rapidamente ganhou visibilidade ao promover teorias conspiratórias sobre vacinação e adotar uma plataforma abertamente nacionalista, sintetizada no slogan “Japanese First” (BBC NEWS, 2025)[15]. Com um discurso que combina anti-imigração, críticas ao globalismo e apelos identitários, o partido se aproxima de movimentos populistas de direita internacionais — aproximação reconhecida pelo líder Sohei Kamiya, que cita o “estilo político ousado” de Donald Trump como inspiração (BBC NEWS, 2025)[16]. Sua guinada eleitoral, passando de um para quatorze assentos na Câmara Alta, reflete a crescente frustração social diante do aumento da imigração e do turismo de massa, frequentemente retratados pelo partido como uma “invasão silenciosa de estrangeiros”. Entre os jovens, esse sentimento é ainda mais evidente: segundo internautas para a BBC News[17], muitos expressam sua descredibilidade com a política tradicional e se identificam com mensagens de ruptura, inspiradas inclusive no slogan “MAGA” (Make America Great Again), o que contribui para o fortalecimento do Sanseito e de seu apelo nacionalista.

Tendo em vista os recentes eventos e a última eleição do Senado Japonês, o parlamento está passando por diversas mudanças. O partido PLD (Partido Liberal Democrático) com 100 assentos e sua coalizão, a Komeito com 21 assentos perderam sua maioria absoluta dentro do parlamento e assim não alcançaram os 125 assentos necessários para a maioria, eles caíram de 144 assentos em 2022 para 122 na última eleição. Com isso, o governo passa a depender de apoios eventuais de partidos menores para aprovar matérias no Senado. Enquanto partidos como o Sanseito, que na última eleição (2022) conquistou apenas 1 cadeira, nas eleições de 2025, elevou seu número para 15 cadeiras dentro do parlamento. O partido Constitutional Democratic Party of Japan (CDP) e seus aliados conquistaram 42 cadeiras na eleição de 2025. (REUTERS, 2025)[18] (The Economist, 2025)[19]

Com isso, é possível entender que a guinada à direita no Japão não deve ser interpretada como uma ruptura abrupta, mas como um processo cumulativo, intensificado por fatores como o envelhecimento populacional, a estagnação econômica prolongada, descontentamento com imigrantes e estrangeiros, além de uma busca por respostas mais rígidas diante de um cenário internacional conturbado.

IV. Considerações finais e análise de riscos

Diante do exposto, é possível observar que a ascensão da extrema direita nos últimos anos ainda não alcançou o patamar dos anos 1930, que antecederam a Segunda Guerra, e a globalização é um expoente de grande impacto que os diferencia (Löwy, 2015). A interdependência complexa entre os Estados faz com que esses movimentos radicais percam forças em algum momento, em vista da grande dificuldade de um Estado se dissociar do sistema internacional. Sobre essa interdependência, Robert Keohane e Joseph Nye escreveram:

“Um grande número de acadêmicos veem a nossa era como uma em que os Estados territoriais, que vem dominando a política internacional por quatro séculos desde que o feudalismo cedeu, vem sendo substituídos por atores não territoriais como empresas multinacionais, movimentos sociais transnacionais e organizações internacionais” (Keohane, Nye, 1989)[20].

Os novos atores citados acima estão hoje muito bem estabelecidos no sistema internacional e agem como barreira para movimentos de extrema direita que enfatizam o nacionalismo e são contra a globalização cosmopolita e uma unidade europeia (Löwy, 2015)[21]. Por outro lado, a própria globalização pode ser tida como intensificadora da extrema direita, uma vez que produz uma homogeneidade cultural forçada e aumenta o fluxo de cultura e pessoas. Esse processo, em períodos de crise econômica e política, é parte do diálogo dos grupos radicais (Löwy, 2015)[22].

V. Análise de riscos

Ademais, a ascensão da extrema direita representa riscos sociais em decorrência das suas pautas anti-imigração, em que à necessidade de um fator em comum para colocar a responsabilidade da crescente instabilidade econômica e política leva a uma insatisfação com estrangeiros.

Movimentos como o “MAGA” nos Estados Unidos, o “Japanese First” do partido Sanseito no Japão e diversos outros ao redor do mundo, propagam o desejo de que ocorra uma remigração (voltar a sua origem), isto é, não apenas parar a imigração, mas também reverter imigrações anteriores. Uma das principais justificativas para essa guinada anti-imigração seria o medo de que os imigrantes roubem os empregos e afetem negativamente a economia dos países, mas como pontuado por Alex Nowrasteh (2018)[23], “Os imigrantes são tipicamente atraídos por regiões em crescimento e aumentam a oferta e a demanda da economia quando chegam lá, expandindo as oportunidades de emprego”. O medo generalizado que é gerado a partir de campanhas extremistas contra imigrantes leva a diversos riscos sociais, como o aumento da xenofobia e racismo, em que a população começa a perseguir e agredir estrangeiros. Ademais, em um contexto maior, a deportação em massa pode levar a crises humanitárias, em que os imigrantes são retirados de suas vidas — casas, famílias, trabalhos — e enviados de volta à seus países de origem, isso sem qualquer auxílio ou plano, o que pode em consequência agravar ainda mais a precarização da vida dessas pessoas.

A forte tendência de movimentos anti-imigração evidencia ainda mais um afastamento do pensamento de um “mundo globalizado”, em que o nacionalismo e o isolacionismo ganham mais força entre a população. O clamor da população por políticas mais duras leva a um crescimento dos grupos de extrema direita, que são vistos como os “salvadores” da crise, esses grupos em sua maioria são autoritários e o aumento de sua influência dentro dos congressos pode acarretar uma crise na democracia.

Perspectivas de gênero

Além disso, também há um risco social por uma perspectiva de gênero. O conservadorismo, característico dessa ideologia, se preocupa com a moralidade e os valores tradicionais, numa tentativa de manter a ordem vigente. Partidos como AfD na Alemanha e Lega Nord na Itália, se alimentam do medo de que a equidade acabe com a ordem moral da sociedade atual e estabelecem movimentos para combater a chamada “ideologia de gênero”, que não somente busca a equidade entre mulheres e homens, mas também entre outras identidades (Wittenius, 2022).

Dessa forma, mesmo que haja uma representação feminina na política, como é o caso do Japão e da Itália atualmente, ela não necessariamente implica num avanço real para a equidade de gênero, porque ainda estão guiadas pela lógica dos valores tradicionais e rejeitam as identidades que se divergem desse padrão.

Por esse motivo, as duas primeiras-ministras são vistas com desconfiança por parte de ativistas dos direitos femininos. Sanae Takaichi, por exemplo, era mais popular entre os homens (Reuters, 2025), e é questionada por muitas mulheres por ter um discurso “defensor do patriarcado” (BBC, 2025).

O reflexo dessa postura pode ser percebido, por exemplo, através da série Adolescence, lançada em março de 2025. A mensagem extraída da obra é de que, não apenas há um movimento global de radicalização da direita, mas também de que esse movimento é mais evidente entre os homens, e não apenas nos adultos, mas também entre os jovens.

A luta pelos direitos das mulheres é percebida como uma ameaça, e essa pode ser uma justificativa para o fato de que a extrema-direita é muito mais atrativa para pessoas do gênero masculino.


[1] Disponível em: https://funag.gov.br/loja/download/40-Vinte_Anos_de_Crise_-_1919-1939.pdf

[2] Disponível em: https://funag.gov.br/loja/download/40-Vinte_Anos_de_Crise_-_1919-1939.pdf

[3] Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/ascensao-da-extrema-direita-no-mundo-reflete-crise-da-democracia/

[4] Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2025/02/24/conservadores-vencem-eleicao-na-alemanha-e-extrema-direita-tem-ascensao-recorde.ghtml

[5] Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y5772vz4vo

[6] Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y5772vz4vo

[7] Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyeqnpyz50o

[8] Disponível em: https://repositorio.pucrs.br/dspace/bitstream/10923/27645/1/2025_1_KETLYNN_KATIUSSA_SILVA_DA_FONTOURA_TCC.pdf

[9]  Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyeqnpyz50o

[10] Disponível em: https://www.reuters.com/world/japans-shaky-government-loses-upper-house-control-2025-07-21/

[11] Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/primeiro-ministro-japones-renuncia-ao-cargo/

[12] Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2025/10/21/japao-sanae-takaichi-primeira-ministra.ghtml

[13] Disponível em: https://english.kyodonews.net/articles/-/27767

[14] Disponívèl em: https://www.reuters.com/world/asia-pacific/japans-new-premier-pledges-early-boost-defence-spending-proactive-fiscal-moves-2025-10-24/

[15] Disponível em: https://www.bbc.com/news/articles/cly80nnjnv5o.amp

[16] Disponível em: https://www.bbc.com/news/articles/cly80nnjnv5o.amp

[17] Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz60w00p7qgo.amp

[18] Disponível em: https://www.reuters.com/world/japans-shaky-government-loses-upper-house-control-2025-07-21/

[19] Disponível em: https://www.economist.com/asia/2025/07/21/ishiba-shigerus-premiership-is-crumbling?utm_medium=cpc.adword.pd&utm_source=google&ppccampaignID=19495686130&ppcadID=&utm_campaign=a.22brand_pmax&utm_content=conversion.direct-response.anonymous&gclsrc=aw.ds&gad_source=1&gad_campaignid=19495464887&gbraid=0AAAAADBuq3Ib_u-TSr_EB5IlY142GUhp0&gclid=CjwKCAiAxc_JBhA2EiwAFVs7XOWKkMpYASZoLOojdndFkl1x89CN20P1AcOpjea2cvHUUSI9JVaC7RoCFYAQAvD_BwE

[20] Disponível em: https://hostnezt.com/cssfiles/internationalrelations/Power and Interdependency Keohane and Nye.pdf

[21] Disponível em: https://www.scielo.br/j/sssoc/a/MFzdwxKBBcNqHyKkckfW6Qn/?format=html&lang=pt

[22]  Disponível em: https://www.scielo.br/j/sssoc/a/MFzdwxKBBcNqHyKkckfW6Qn/?format=html&lang=pt

[23] Disponível em: https://www-cato-org.translate.goog/blog/14-most-common-arguments-against-immigration-why-theyre-wrong?_x_tr_sl=en&_x_tr_tl=pt&_x_tr_hl=pt&_x_tr_pto=tc

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