As big techs concentraram R$ 3 bilhões do mercado de gravações musicais do Brasil no ano passado, cerca de 87,6% desse segmento, segundo levantamento da Anafima (Associação Nacional da Indústria da Música).
No total, a indústria da música faturou R$ 116 bilhões no ano passado com atividades que vão da gestão de carreiras e do audiovisual ao marketing, tecnologia e modelos de negócios baseados em dados. Só a fabricação de equipamentos e instrumentos gerou R$ 69,96 bilhões.
Esse ecossistema vai se reunir na Conecta+ Música & Mercado, maior feira da indústria na América Latina que ocorre em São Paulo de 18 a 21 de setembro.
Apesar do potencial e do crescimento acima da média global previsto até 2027, o setor ainda enfrenta concentração geográfica no Sudeste e tem 75,8% das novas empresas abertas como MEI.
Internacionalmente, o Brasil se destaca pelo crescimento. A PwC projeta uma Taxa de Crescimento Anual Composta (CAGR) de 4,1% até 2027, superior a mercados maduros como os EUA (2,6%). O PIB musical per capita é de aproximadamente US$ 100,23.
