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Aparente Made in China

Bianca Dias, Chimene Araújo, Mariana Oliveira, Thaisa Giannakopoulos alunas do curso de Jornalismo da ESPM/SP

A China por ser um país com o maior índice de exportação mundial, desvaloriza propositalmente sua moeda para que os países vejam vantagens em comprar os produtos chineses. Entretanto a situação interna da China não é das melhores. Em um país em que a produção domina, com um PIB muito alto, o percentual da classe baixa é quase que desconsiderável devido à falta de atenção que o governo proporciona. A economia chinesa é voltada para o mundo e o único fator que o país da importância, é a valorização da economia do país. Produzem para exportar e os trabalhadores portanto são obrigados a trabalharem como “escravos” para atender as demandas do governo.
Essas pessoas que não tem uma renda considerável, pagam para morar em lugares precários. Dividem moradia com outro que passam pela mesma situação. Porém, todos com o sonho de ter a casa própria ou de terem um futuro melhor. Por isso, submetem-se há longas horas de trabalho por dia. Os chineses são totalmente dependentes do governo e acabam aceitando as más condições oferecidas a população. Sendo beneficiando apenas pessoas de famílias bem sucedidas financeiramente, desfavorecendo a classe proletária. Mesmo que ofereçam melhor qualificação para determinado cargo.
Na China há mais de 64 milhões de moradias prontas, porém são vendidas a preços altos e com condições de pagamento inviáveis para os chineses. O país investe na construção para o aumento do PIB e esperando que os estrangeiros possam comprar os imóveis. Diante dessa situação, é clara a despreocupação do governo com os chineses que podem se revoltar a qualquer momento.
Nos EUA, o governo embora capitalista, implementam medidas favoráveis a seu povo. Eles oferecem tamanha importância para o setor privado responsável por grande parte dos seus investimento e liquidez. Entretanto, os EUA implementam uma política interna muito forte, pois, eles têm consciência que “a caridade começa em casa”. Este ditado refere-se ao fato de que os americanos são incentivados a produzir e preocupar-se com as medidas internas, antes de se preocuparem com as políticas externas. Na China, é exatamente ao contrário, eles são obrigados a produzir a atuar em uma política em que não estão envolvidos. A economia chinesa fez com que o proletariado ficasse dependente do “trabalho escravo”. O americano se não está envolvido no setor industrial, pode atracar em outros setores, o chinês não. Não existe outro setor que o governo incentiva, porque o foco está somente na produção mundial resultando na falta de investimento no próprio país, já existem outros países investindo neles.
Se a China se tornasse uma potência os chineses teriam mais liberdade na economia, na política, expressão e cultura do país. Não iriam trabalhar apenas para adaptarem-se ao mundo e sim para a valorização do país também. Com esse cenário o governo poderia se voltar para a população chinesa, que também poderia se revoltar contra o governo caso mudanças não sejam feitas. Pois haveria um reconhecimento da classe popular sobre a importância que tiveram para o desenvolvimento econômico do país.

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